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Introdução
- As aparições da Virgem Maria e sua
relação com os acontecimentos mundiais
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Primeiro Capítulo
Por
que a Virgem Maria
aparece para os homens?
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Segundo
Capítulo
Manifestações
da
Virgem no Brasil
__________________
Terceiro
Capítulo
Aparições da Virgem
Mensagens e milagres
__________________
Quinto
Capitulo
“Os
meus olhos”.
viram a vossa Salvação”
__________________
Sexto
Capitulo
Virgindade
perene de Maria
questão polêmica
__________________
Sétimo
Capitulo
Tratado
da Verdadeira
Devoção à Santíssima Virgem
__________________
Oitavo
Capitulo
A natureza da devoção
à Santíssima Virgem
__________________
Nono Capítulo
A
Iconografia Mariana
_____________________
10º.
Capitulo
A
primeira aparição
da Virgem à São Tiago
_____________________
Capítulo
11
As
aparições da Virgem nos séculos
III a X
_____________________
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Sétimo Capitulo
Tratado da Verdadeira
Devoção à Santíssima Virgem
Ana Lúcia Vasconcelos
E ao
longo de dois mil anos, os diferentes povos deste planeta dedicaram
à Maria Santíssima os mais diversos cultos, as mais
diferentes devoções, a maior parte delas inspiradas
por Ela mesma, nas diferentes aparições, ou por Jesus
também em revelações a santos. Mas entre todos,
há um que é chamado mesmo de Tratado da Verdadeira Devoção
à Santíssima Virgem, ou Preparação do
Reino de Jesus Cristo, escrito por São Luis Maria Grignion
de Montfort, que é considerado “uma jóia”,
recomendado por muitos Papas. Leão XIII morreu invocando São
Luis Maria, que ele mesmo colocara no número dos bem aventurados
e renovando a Consagração à Santíssima
Virgem como o Santo ensina. São Pio X santificou-se com esta
devoção e, inspirado nele, escreveu a Encíclica
Ad Diem Illum.

Bento XV escreveu que este opúsculo é “um livro
da máxima importância e cheio da mais doce unção”;
Pio XI referindo-se a esta devoção confessou: “Pratico-a
desde a minha juventude”; Pio XII canonizou São Luis
Maria e tinha na sua capela particular uma grande relíquia
dele à qual tinha devoção. No Manual da Legião
de Maria pode-se ler que nenhum santo desempenhou papel mais importante
do que São Luis Maria de Montfort no progresso deste Movimento.
“O Manual está cheio do seu espírito, as orações
são ecos de suas palavras”, anota dom Lelis Lara, bispo
de Itabira/ Cel. Fabriciano.
E mais, o Papa João Paulo II disse sobre o livro: “É
um daqueles livros que não basta ler. A leitura deste livro
foi uma volta decisiva em minha vida. A devoção à
Maria que tomou assim uma forma determinada continou viva em mim.
Ela tornou-se uma parte integrante da minha vida interior e do meu
conhecimento espiritual de Deus”. Daí que podemos entender
melhor o significado das palavras Tottus Tuus do brasão do
Santo Padre o Papa João Paulo II. “Elas resumem admiravelmente
o Tratado e também a sua vida”, completa dom Lelis Lara.
Consagração
a
Jesus por Ela
Para
comemorar três fatos importantes: o 50o. Aniversário
da Canonização de São Luis Maria de Montfort,
o Projeto Rumo ao Novo Milênio, os Missionários Monfortinos
comemorando os 30 anos de sua presença no Brasil, lançaram
a terceira edição deste Tratado da Verdadeira Devoção
à Santíssima Virgem Maria - Preparação
do Reino de Jesus Cristo ( Editora da Divina Misericórdia,
Rua Campinas, 475 -Esplanada, Belo Horizonte) , que o prefaciador
Dom Lelis Lara , Bispo diocesano de Itabira Fabriciano considera ”uma
jóia da literatura mariana e da espiritualidade cristã”.
“Fiquei feliz com esta incumbência, que me deram os amigos
Monfortinos”, escreve Dom Lelis. “Na década de
quarenta, quando este livrinho apareceu no Brasil, e Luis Maria Grignion
de Montfort foi canonizado, eu era seminarista maior”.
“Foi-nos apresentada a espiritualidade de Grignion de Montfort
com o convite de fazermos a Consagração como escravos
de Maria. Até hoje conservo uma fórmula de consagração
moldada no espírito de Montfort. Dizia-se que a consagração
era irrevogável.” Canonizando Grignion de Montfort, a
Igreja aprova solenemente a sua espiritualidade mariana que consiste
na entrega total a Jesus pela consagração à Maria,
em outras palavras, pela escravidão do amor.”
Isso porque, para São Luis Maria Grignion de Montfort, o Bispo
explica a entrega total a Maria é a verdadeira consagração
a Jesus por Ela.
Conhecimento
do Reino da
Santíssima Virgem Maria
Os especialistas
acreditam que São Luis Maria tenha terminado este livro no
ano de 1712, e como ele mesmo previra, o manuscrito fica “escondido”
durante anos o que resulta na perda de muitos capítulos inclusive
do título original. Mas vejamos o texto de São Luis:
“Prevejo que muitos animais rugidores virão enraivecidos
para rasgarem com os seus dentes diabólicos este pequeno escrito
e aquele de quem o Espírito Santo se serviu para compor. Pelo
menos envolverão este livrinho nas trevas do silêncio
de uma arca a fim de que não apareça. Atacarão
mesmo e perseguirão aqueles que o lerem e puserem em prática”.
Como o santo previra o manuscrito fica muito tempo desconhecido: fora
dado aos padres da Congregação religiosa fundada por
ele que mais tarde vai se chamar Padres Montfortinos.
Quando em 1793, a Revolução Francesa se desencadeou,
os padres colocaram as coisas mais preciosas da Congregação
num caixote que foi enterrado numa gruta. E no meio das coisas lá
estava o manuscrito. Depois da Revolução, o tal caixote
foi parar na biblioteca dos Padres em Saint -Laurent-sur -Sêvre,
na França. Mas eis que o acaso, ou a providencia divina faz
com que um dia, um padre, procurando dados para compor um discurso
sobre Nossa Senhora o encontra. Isso foi no dia 22 de abril de 1842.
No ano seguinte aparecia a primeira edição francesa
do livro. Hoje, a obra prima de São Luis Maria de Montfort
é um dos livros mais editados no mundo, tendo sido traduzido
em mais de trinta línguas. Na profecia mencionada, lembra dom
Lelis, o livrinho seria rasgado. De fato não foi encontrado
inteiro, e ficamos sabendo disso porque em algumas páginas
da segunda parte faz-se referencia a uma primeira parte. Como faltasse
o título do manuscrito, os padres que o editaram deram-lhe
o nome de Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima
Virgem que é o nome pelo qual é conhecido no mundo inteiro.
Mas os montfortianos acreditam que há uma grande probabilidade
do título original ser Preparação ao Reino de
Jesus Cristo, já que na página 227 se lê:“Conforme
já disse na primeira parte desta Preparação ao
Reino de Jesus Cristo...”. Este título, diz dom Lelis
“põe-nos de sobreaviso que a devoção Mariana
não é um fim, mas somente um meio para chegarmos à
união com Deus. Ele é o nosso fim, como, aliás,
Montfort afirma repetidas vezes nas suas obras”.
Idéia
austera
do homem
Dom
Lelis adverte os leitores desta “jóia da literatura Mariana”
para a linguagem de São Luis Maria e o seu modo de pensar sobre
a Santíssima Virgem, bem como de seus antecessores e contemporâneos.
“Lendo as obras de Montfort, ninguém se deixe intimidar
pela idéia austera que o Santo faz do homem em geral. Neste
ponto São Luis Maria é discípulo da Escola Francesa”.
Esta escola gosta de contemplar o homem reduzido a nada, qual verme
desprezível, diante da grandeza e majestade de Deus. Daí
a grande atenção que presta ao homem caído pelo
pecado original. Temos de contemplar esta visão com o que de
positivo ficou depois do pecado, pela salvação.”
Dom Lelis anota ainda os frutos deixados pela obra de Montfort que
já sonhara, há três séculos com uma nova
evangelização e novos tempos. “Na sua oração
abrasada ele suplica: ‘Senhor Jesus lembrai-vos de dar à
Vossa Mãe uma nova sociedade, para renovar por ela todas as
coisas. ’ Deus ouviu este pedido. O Santo morreu pai de três
famílias religiosas: os padres Montfortinos, as irmãs
da Sabedoria e os irmãos de São Gabriel. Os padres montfortinos
que chegaram ao Brasil em 1966 estão trabalhando na Região
da Brasilândia da Arquidiocese de São Paulo, na formação
de Leigos das Comunidades Eclesiais de Base, no Santuário de
Nossa Senhora dos Pobres, da Vila Rosina e Paróquia Nossa Senhora
Aparecida em Atibaia, Diocese de Bragança Paulista. As Irmãs
Filhas da Sabedoria trabalham em São Paulo e Bahia. Já
os Irmãos de São Gabriel desenvolvem trabalhos em Passos,
Diamantina e Nova Contagem, em Minas Gerais através dos Centros
de Aprendizagem e Profissionalização para crianças
pobres.
Espiritualidade de
São Luis Maria
E na
edição e divulgação da espiritualidade
de São Luis Maria de Montfort, está o Secretariado Montfortino,
fundado em 1977 no Jardim Rincão (SP) na cidade de Montlevade,
em Minas Gerais onde se encontram também o aspirantado e postulantado.
Ou seja, o Secretariado tem por objetivo editar e divulgar as obras
de São Luis e promover vocações, entendendo-se
vocações aqui, não apenas as de especial consagração
(padres, irmãos e irmãs), mas também a de ministérios
leigos.
Quem quiser orientação de leituras sobre a Consagração
a Jesus por Maria, segundo o método de São Luis Maria
de Montfort, pode escrever para Secretariado Montfortino-Animação
Vocacional Montfortina - Caixa Postal 52, CEP 35901-970 João
MONLEVADE-MG, e-mail: montfort@robynet.com.br
Sublime grandeza que
Deus deu à Maria
E afinal
vejamos um pouco da espiritualidade de São Luis Maria que neste
Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima
Virgem, inspirado pelo Espírito Santo, usa as mais belas palavras
do vocabulário universal para elogiar Maria, a obra prima do
Pai, a mãe do Filho a esposa do Espírito Santo. “Foi
pela Santíssima Virgem Maria que Jesus Cristo veio ao mundo,
e é também por Ela que deve reinar no mundo. Durante
a vida, Maria permaneceu muito oculta. É por isso que o Espírito
Santo e a Igreja lhe chamam ALMA MATER, mãe escondida e secreta.
A sua humildade foi tão profunda que não teve na terra
atrativo mais poderoso nem mais contínuo que o de esconder
a si mesma e a toda criatura , para que só Deus a conhecesse.”
“A fim de atender aos pedidos que Ela lhe fez, para que a ocultasse,
empobrecesse e humilhasse, aprouve a Deus ocultá-la na sua
conceição e nascimento, na sua vida, mistérios,
ressurreição e assunção, aos olhos de
quase toda criatura humana. Seus próprios pais não a
conheciam e os anjos perguntavam muitas vezes entre si: ‘Quae
est ist? Quem é esta? ’, porque o Altíssimo lha
escondia, ou, se alguma coisa lhes revelava a seu respeito, infinitamente
mais lhes ocultava. Deus Pai consentiu em que Ela não fizesse
milagres em vida, pelo menos manifestos, embora lhe tivesse dado poder
para isso. Deus Filho permitiu que quase não falasse, embora
lhe tendo comunicado a sua sabedoria. Deus Espírito Santo deixou
que os seus Apóstolos e Evangelistas falassem muito pouco sobre
Ela, apenas o necessário para dar a conhecer Jesus Cristo,
apesar de Ela ser a sua esposa fiel”.
“Obra
prima do Altíssimo”
“Maria
é a obra prima por excelência do Altíssimo”,
continua São Luis Maria de Montfort, “ cuja posse e conhecimento
Ele reservou para si ( São Bernardino de Sena) , Maria é
a Mãe Admirável do Filho, o qual quis humilhá-la
e escondê-la durante a vida para favorecer a sua humildade.
Para este fim tratava-a pelo nome de ‘mulher’, (João
2,4 e 19,26) como a uma estranha, embora no seu coração
a estimasse mais do que a todos os anjos e a todos os homens. Maria
é a fonte selada ( Cântico dos Cânticos 4,12),
e a esposa do Espírito Santo onde só Ele tem entrada.”
“Maria é o santuário e o repouso da Santíssima
Trindade, onde Deus está mais magnífica e divinamente
que em qualquer outro lugar do universo, sem excetuar a sua morada
acima dos querubins e serafins. Neste santuário nenhuma criatura,
por mais pura que seja, pode entrar a não ser por grande privilégio.
Digo com os santos: a divina Maria (tradução literal
duma expressão francesa que significa Maria Santíssima),
(Lucas 1, 49) é o paraíso terrestre do novo Adão,
onde Ele encarnou por obra do Espírito Santo, para aí
operar maravilhas incompreensíveis.”
“É o grande, o divino mundo de Deus, onde há belezas
e tesouros inefáveis. É a magnificência do Altíssimo,
onde Ele escondeu, como em seu seio, o seu Filho único e nele
tudo o que há de mais excelente e precioso. Que grandes e misteriosas
coisas fez o Deus onipotente nesta admirável criatura, segundo
Ela própria é forçada a dizer, a despeito da
sua profunda humildade: ‘Fecit mihi magna qui potens est’-
O Poderoso fez em mim grandes coisas!’ O mundo não conhece
estas maravilhas, porque é incapaz e indigno disso.”
“Santa
cidade de Deus”
“Os
santos disseram coisas admiráveis desta santa cidade de Deus
e, segundo o seu próprio testemunho, nunca foram tão
eloqüentes nem tão felizes como quando nela falavam. E
depois disto exclamam que a sublimidade dos seus méritos, que
chegam até o trono da divindade, não se pode perceber;
que a extensão da sua caridade, maior que a terra, não
se pode medir; que a grandeza do seu poder, que até sobre Deus
se estende (entenda-se aqui que Deus não resiste à oração
da sua dileta mãe), não se pode compreender, e finalmente,
que a profundeza da sua humildade e de todas as suas virtudes e graças
é um abismo insondável.”
“Ó sublimidade incompreensível! Ó extensão
inefável! Ó grandeza incomensurável! Ó
abismo impenetrável! Todos os dias de um extremo a outro da
terra, no mais alto dos céus, no mais profundo dos abismos,
tudo proclama e publica a admirável Virgem Maria. Os nove coros
dos anjos, os homens de ambos os sexos, idades, condições
ou religiões, os bons e os maus e até mesmo os demônios,
são forçados a chamá-la bem aventurada. Quer
queiram, quer não a isso os obriga a forçada verdade.”
“Como diz São Boaventura, todos os anjos lhe cantam no
céu incessantemente: “Sancta sancta, sancta Maria, Dei
Genitrix et Virgo- Santa, santa, santa Maria, Mãe de Deus e
Virgem”. E, todos os dias, lhe oferecem milhões e milhões
de vezes a saudação angélica: ‘Ave Maria’,
prostrando-se na sua presença e pedindo-lhe a mercê de
os honrar com algumas de suas ordens. O próprio São
Miguel, embora seja o príncipe de toda a corte celeste, é
o mais diligente em lhe prestar toda espécie de homenagens
e em fazer com que lhas tributem. Constantemente aguarda a honra de
ser por ela mandado em auxilio a alguns de seus servos.”
“Toda a terra está
cheia da sua glória”
“Toda
a terra está cheia da sua glória, particularmente entre
os cristãos que a tomam por tutelar e protetora em muitos reinos,
províncias, dioceses e cidades. Quantas catedrais consagradas
a Deus sob a sua invocação! Não há igreja
sem um altar em sua homenagem, região ou cantão, sem
alguma de suas miraculosas imagens, ante as quais toda a espécie
de males são curados e se alcança toda espécie
de bens. Quantas confrarias e congregações em sua honra!
Quantos institutos religiosos colocados sob seu nome e proteção!
Quantos confrades e irmãs daquelas confrarias, quantos religiosos
e religiosas de todos estes institutos publicam os seus louvores e
anunciam as suas misericórdias! ”
“Não há criancinha que balbuciando a Ave Maria,
não a louve. Não há pecador por mais empedernido,
que não tenha, ao menos, uma centelha de confiança nela.
Não há até demônio algum no inferno que,
temendo-a não a respeite. Depois disto é forçoso
dizer, com os santos: ‘De Maria nunquam satis’, isto é,
Maria não foi ainda suficientemente louvada e exaltada, honrada,
amada e servida. Merece ainda muito maior louvor e respeito, amor
e serviço. Por isso, devemos dizer com o Espírito Santo:
‘Omnis gloria ejus Filiae Regis ab intus-Toda a glória
da Filha do Rei lhe vem do interior’ (Salmo 44,4). É
como se toda a glória exterior que o céu e a terra lhe
tributam à porfia não fosse nada em comparação
com a que recebe interiormente do Criador! As pequenas criaturas desconhecem
essa glória por não poderem penetrar no mais íntimo
segredo do Rei”.
“O
mais sublime
milagre da graça”
“Depois
disso”, continua São Luis Maria de Montfort, “temos
de exclamar com o apóstolo: “Nec oculus vidit, nec auris
audivit , nec in cor hominis ascendit ( 1 Cor. 2,9)- “Nem os
olhos viram, nem os ouvidos ouviram, nem o coração compreendeu
as belezas, as grandezas e a excelência de Maria, o mais sublime
milagre da graça , da natureza, e da glória.”
Ou, como diz santo Euquério: “Se quereis compreender
a Mãe, procurai compreender o Filho. Ela é a digna Mãe
de Deus”: ‘ Hic taceat omnis lingua - Que toda a lingua
aqui emudeça.”
E São Luis conclui a introdução do seu livro,
dizendo que foi seu coração que ditou o que escreveu
neste Tratado, justamente para mostrar como Maria Santíssima
tem sido insuficientemente conhecida até agora, e como é
esta uma das razões por que Jesus Cristo igualmente não
é conhecido como deve ser. “Se é certo“,
ele diz, “que o conhecimento e o reino de Jesus Cristo se estabelecerá
no mundo, não será mais que uma conseqüência
necessária do conhecimento do reino da Santíssima Virgem
Maria. Ela deu Jesus Cristo ao mundo a primeira vez, e há de
fazê-lo resplandecer também segunda vez”.
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